quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O Natal na realidade não tem nada a ver com Cristo ou com a
igreja. Na restauração do Senhor temos somente Cristo.
A Páscoa é outro exemplo de fermento. Como cristãos
agradecemos ao Senhor pela Sua ressurreição, mas Páscoa, um "feriado
cristão "de origem paga e cheia de práticas pagas; é fermento.
Com o papa e os cardeais da Igreja Católica Romana também
podemos ver a cristandade, a aparência do reino dos céus. Não
queremos estar na aparência; queremos estar na realidade. Se vivermos
na realidade do reino dos céus hoje, desfrutaremos sua manifestação no
futuro.

6 comentários:

  1. A MANIFESTAÇÃO DO REINO DOS CÉUS
    A profecia em Mateus 24:30—25:30 revela a manifestação do reino
    dos céus. O milênio tem tanto o aspecto celestial como o aspecto
    terreno. A manifestação do reino dos céus é a parte celestial do milênio.
    Essa manifestação é o reino do Pai. Mateus 13:43 diz: "Então os justos
    resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai." Os justos são os
    vencedores, que serão a luz brilhando no reino de seu Pai. Na parte
    celestial do milênio — a manifestação do reino dos céus, o reino do Pai —
    os santos vencedores reinarão com Cristo como co-reis.

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  2. A RECOMPENSA DISPENSACIONAL DE CRISTO
    O reino de Deus é uma parte da salvação eterna de Deus para
    todos os crentes, cuja entrada é a regeneração (Jo 3:5). A salvação
    eterna de Deus inclui Seu reino. Para entrar nesse reino precisamos ser
    regenerados.
    O reino dos céus, entretanto, é a recompensa dispensacional de
    Cristo para Seus seguidores fiéis, cuja entrada é justiça excedente e
    fazer a vontade de Deus (Mt 5:20; 7:21). O reino dos céus é a
    recompensa dispensacional de Cristo porque ele é somente um período
    de mil anos. Recebemos a salvação eterna; mas, e, quanto a
    recompensa dispensacional? Isso está pendente. Ela será dada aos
    seguidores fiéis de Cristo.

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  3. O MILÊNIO
    O milênio tem uma parte terrena e uma parte celestial. A parte
    terrena é o reino do Messias (2 Sm 7:13), o tabernáculo de Davi (At
    15:16), o reino do Filho do homem (Mt 13:41; Ap 11:15). O reino do Pai é
    a parte celestial do milênio. O reino do Filho do homem é a parte terrena
    do milênio. No milênio, os vencedores na parte celestial reinam com
    Cristo sobre a parte terrena. Na parte terrena está o reino restaurado de
    Davi, onde Cristo como o Filho do homem, o descendente real de Davi,
    será o Rei sobre os filhos de Israel.
    Durante este tempo os filhos de Israel serão sacerdotes (Zc 8:20-
    23; Is 2:2, 3). Os santos vencedores serão reis na parte celestial, e a
    nação restaurada de Israel será os sacerdotes na parte terrena,
    ensinando as nações a conhecer a Deus e a servi-Lo. As nações serão o
    povo na parte terrena do milênio (Mt 2:32-34). As ovelhas em Mateus 25
    serão as nações e as nações serão o povo.
    No milênio, então, haverá três tipos de povos: os santos
    vencedores como reis na parte celestial, os judeus restaurados como os
    sacerdotes na parte terrena, e as ovelhas, as nações, como o povo. Os
    santos vencedores terão as nações para governar e os judeus terão as
    nações para ensinar. As nações serão o povo governado por nós e
    ensinado pelos judeus.

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  4. No milênio, então, haverá três tipos de povos: os santos
    vencedores como reis na parte celestial, os judeus restaurados como os
    sacerdotes na parte terrena, e as ovelhas, as nações, como o povo. Os
    santos vencedores terão as nações para governar e os judeus terão as
    nações para ensinar. As nações serão o povo governado por nós e
    ensinado pelos judeus.
    O reino dos céus terminará no milênio (Ap 20:7). O reino de Deus,
    entretanto, continuará pela eternidade.
    O REINO DE DEUS EM SUA MAIS PLENA EXTENSÃO
    A mais plena extensão do reino de Deus começará no novo céu e
    nova terra (1 Co 15:24; Ap 21:1, 2). Neste reino eterno todos os santos
    redimidos ao longo dos séculos desfrutarão as bênçãos eternas da vida
    eterna na Nova Jerusalém, como filhos de Deus e reis com Cristo sobre
    as nações para sempre (Ap 21:6, 7; 22:3b-5, 14, 17). Como família real,
    teremos dois títulos: filhos de Deus e reis sobre as nações. O
    remanescente das nações purificadas será o povo das nações para
    desfrutar eternamente a bênção restaurada da criação de Deus (Ap 21:3-
    5; 22:2b, 3a).
    Até aqui vimos um quadro claro do reino de Deus e do reino dos
    céus. O nosso Deus tem um reino para levar a cabo o Seu propósito,
    cumprir a Sua vontade, e exercer a Sua justiça. Esse reino mostra a Sua
    multiforme sabedoria. O nosso Deus é justo, sábio e de propósito. A
    verdade do reino nos encorajará a prosseguir, e ela também será uma
    advertência para estarmos no lugar correto e no trilho correto a fim de
    chegarmos ao destino correto.

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  5. O REINO DE DEUS EM SUA MAIS PLENA EXTENSÃO
    A mais plena extensão do reino de Deus começará no novo céu e
    nova terra (1 Co 15:24; Ap 21:1, 2). Neste reino eterno todos os santos
    redimidos ao longo dos séculos desfrutarão as bênçãos eternas da vida
    eterna na Nova Jerusalém, como filhos de Deus e reis com Cristo sobre
    as nações para sempre (Ap 21:6, 7; 22:3b-5, 14, 17). Como família real,
    teremos dois títulos: filhos de Deus e reis sobre as nações. O
    remanescente das nações purificadas será o povo das nações para
    desfrutar eternamente a bênção restaurada da criação de Deus (Ap 21:3-
    5; 22:2b, 3a).
    Até aqui vimos um quadro claro do reino de Deus e do reino dos
    céus. O nosso Deus tem um reino para levar a cabo o Seu propósito,
    cumprir a Sua vontade, e exercer a Sua justiça. Esse reino mostra a Sua
    multiforme sabedoria. O nosso Deus é justo, sábio e de propósito. A
    verdade do reino nos encorajará a prosseguir, e ela também será uma
    advertência para estarmos no lugar correto e no trilho correto a fim de
    chegarmos ao destino correto.

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  6. PREGAR O EVANGELHO, APRESENTAR
    A VERDADE E MINISTRAR VIDA
    COMO O TESTEMUNHO DE JESUS
    Devemos aprender a verdade, crescer em vida, e sair para contatar as pessoas. O que dissermos dependerá do nosso discernimento. Se a pessoa não é salva, pregaremos o evangelho. Se descobrimos que ela é cristã, podemos apresentar a verdade que temos aprendido. Cristãos apreciam muito a verdade. Talvez possamos apresentar a verdade da transformação como em 2 Coríntios 3:18. Então, se possível, podemos ministrar vida a ela testemunhando, dizendo a ela como recebemos Cristo e como nós O experimentamos como vida. Um testemunho ministrará vida às pessoas. Não espere trazer as pessoas para a reunião para que a igreja aumente. Deixe o assunto do aumento nas mãos do Senhor. O nosso testemunho não é um grande número. O nosso testemunho é um grupo de santos vivendo no espírito, andando de acordo com o espírito, e sendo a expressão viva de Jesus na família, na escola, no trabalho e na vida da igreja. O nosso encargo é apresentar o evangelho para os não-sal-vos, a verdade para os salvos, e vida aos que a buscam. Deixe o assunto da igreja com o Senhor. Deixe cada pessoa escolher por si mesma de acordo com o seu discernimento. Ninguém pode controlar o cristianismo de hoje. Ele é grande demais. Temos de perceber a nossa pequenez. Nós devemos viver Cristo e andar no espírito, sendo o testemunho vivo Dele. Desse modo seremos um benefício para todos aqueles que contatamos. Não devemos esperar que eles venham à nossa reunião. Se eles quiserem vir, é claro que não os rejeitaremos. Espero que estejamos todos claros acerca de onde nos posicionamos e como praticamos a vida da igreja. Que o Senhor abençoe a todos nós.

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